Crónicas da 1ª à 7ª arte

Aqui exponho os meus interesses mundanos...experiências vividas e muito sentidas transportadas para a tela de um ecrã coberto de milhentas cores, onde a fantasia e a alegria impera! A todos os que quiserem exponham as suas opiniões! Desde já aviso que o ar é de todos e que não podem tocar...colete cor de rosinha e uso de triângulo de lantejoulas é obrigatório!!!;)

23 agosto, 2006

FESTIVAIS DE VERÃO

MUSICA: Valeu a pena ir
10º Sudoeste TMN-3/4/5 e 6 de Agosto 2006

Foi a primeira vez que fui ao sudoeste e podem crer que para o ano tou lá outra vez! Adorei tudo!!! A organização foi estupenda, o recinto tava bem organizado e cuidadosamente meticulado para atender ás necessidades dos festivaleiros. Foi mais um festival proporcionado pelo Musicard com viagens á borla desde a invicta até ao próprio recinto numa camioneta com ar condicionado da estação á herdade da casa branca! Devo felicitar a TMN pela iniciativa de recinto limpo: conseguias brindes como almofadas insufláveis ou toalhas de praia, voltas na roda gigante e bebidas grátis apanhando lixo como copos de plástico e depois trocavas por eco pontos que se revertiam nos ditos. Era giro ver-se montes de pessoal preocupados em apanhar o lixo necessário para o brinde desejado ou simplesmente para matar a sede! Quanto á musica destaco apenas David Fonseca, Goldfrapp, the Prodigy, Daft Punk, Revistados e Zero 7.
No dia 4 David fonseca mostrou a sua grandiosidade musical com muita garra e força no palco SWtmn. Improvisou bastante o que me deixou muito surpresa porque notei bem uma subida majestal no seu á vontade enquanto musico em palco. não desafinou por um momento e a sua actuação lembrou muito a rebeldia e simplicidade de Jeff Buckley. Alison Goldfrapp foi realmente um aditivo forte para esta edição, a sua voz é realmente unica e a sua prestação em palco invejável. sempre dona do seu nariz, dançou em conjunto com as suas bailarinas numa actuação que fez muito lembrar Madonna no seu melhor! The Prodigy pôs tudo e todos a bombar e a dançar desalmadamente com as suas fortes batidas principalmente com Firestarter.
No dia 5 apesar da boa actuação de Skin e da sua humildade em palco, o ponto alto alto da noite deveu-se aos extra-terrestres que visitaram a Zambujeira: Daft Punk!!! Pela primeira vez em Portugal com os seus sons eletrónicos deixaram todos atónitos com o espectáculo visual de luzes psicadélicas! One more time e Around the World fizeram as delicias!
No dia 6, o derradeiro dia, os Revistados reviveram êxitos dos GNR como Dunas ou Pronúncia do Norte com um conjunto de grandes valores da actualidade com os Expensive Soul. Foi um som muito leve e bom para se dançar e viver o verão ao máximo. Zero 7 surgiram poderosos com uma vocalista com uma voz do outro mundo e com uma energia em palco enorme.
Fora a musica, foram dias muito divertidos e maravilhosos passados na praia da Zambujeira do Mar onde apanhámos um bronze invejável.
SW Tmn até já ;)

FESTIVAIS DE VERÃO

MUSICA: Valeu a pena ir (vale sempre a pena lol)
35ª edição do Festival Vilar de Mouros-21/22/23 de Julho 2006

35 anos, 35 bandas, 35 euros...foi este o lema que a organização do mítico festival encontrou para revitalizar o woodstock português! Dos dias 21, 22, 23 entre as bandas contratadas destaco as que mais me fizeram saltar e cantar: Xutos & pontapés, Sepultura, Taxi, M.A.U., Iggy pop & The Stooges, Soulfly, Moonspell e Cradle of Filth.
Dia 21- Xutos & Pontapés- Tim apareceu sempre alegre e divertido para alegrar uma audiência um pouco adormecida...como sempre os êxitos como "A minha casinha", "Maria" etc marcaram presença. Sepultura- Foi o mosh total com o vocalista sempre simpático e a mostrar os seus dotes vocais. Devo confessar que gostei bem mais da sua actuação em 2003 mas mesmo assim abanei bem o capacete lol.
Dia 22- M.A.U.- relamente foi a surpresa do dia...num estilo sonoro unico e numa composição musical muito bem conseguida conseguiram cativar a minha atenção e é sem duvida uma banda a seguir muito atentamente nos rols da nova musica que se faz por cá. E eis que reaparecem uma das grandes bandas dos anos 80 portuguesas os Taxi mais revitalizados do que nunca, com o vocalista suis generis como sempre foi. Começaram com "Cairo" onde o publico mais cota reviveu grandes lembranças..."Chiclet" seria o ponto mais forte da noite mas tal não aconteceu para tristeza minha, nem percebi porque razão tiveram essa atitude...mas é sempre bom ver e ouvir o regresso de uma banda tão marcante do rock português. A loucura total revelou-se com Iggy que se mostrou sempre atento ás investidas do publico. O pico da sua atuação foi quando num gesto brusco chamou uns 10 festivaleiros para se lhes juntar no palco...foi lindo de se ver, o pessoal no palco todo eufórico, a pegar ao colo o irreverente Iggy e a cantar em conjunto!!
Dia 23- Soulfly- Foi realmente muito bom, adorei ver o Max cavalera em conjunto com os dois guitarristas a tocar jambee...fartei-me de pular e moshar (lol) o som tava muito bom mesmo. Moonspell- A grande actuação da noite, não só em conteudo mas também em termos de duração: 2 horas de puro metal português. Foi uma viagem entre o Memorial e albúns antigos o que agradou bastante aos seguidores da banda. Cradle of Filth- Para fechar o grande festival a organização escolheu lançar em palco o grande trunfo do metal britânico. Danny aparece em palco vestido com uma parafernália de fivelas coladas ao corpo e numa simpatia quase irreconhecível...surpreendeu-me muito a interacção que Danny criou entre o publico e a banda! O que não podia faltar eram as piadas sobre futebol...coração britãnico ferido pelos tugas! Gostei bastante mas esperava mais em termos visuais, pensei que era uma banda que preparava mais um show visual aliciante e não apenas o cenário do costume.
A afluência foi maior que no ano passado, quanto mais não fosse pelo preço simbólico praticado este ano. quando vou a Vilar não vou só por causa da musica mas sim pelo ambiente que se vive lá numa pequena vila nortenha que só tem acção nos dias do festival...o cruzamento de culturas e gerações é realmente aliciante...as cenas muito campesinas que se passam lá com as assisti este ano: um rapaz todo nu a tomar banho no rio, cai e fica estático (imaginem a cena lol), um homem a andar á minha frente e enquanto desenrola um diálogo com um amigo solta um gás um pouco inadequado á hora e local que se encontra e continua a andar como se nada fosse, as partidas pregadas aos nossos vizinhos de outra tenda...tudo boas recoradações que espero que para o ano haja mais.
Durante o decorrer do festival a organização avancou com um nome para o ano: Brian Wilson dos ex-Beach Boys, é a primeira vez que acontece revelarem um nome com 1 ano de antecedência! Espero que também se lembrem de 36 anos, 36 bandas, 36 euros looooooolll.

17 julho, 2006

FESTIVAIS DE VERÃO




Música: Valeu pelo cabeça de cartaz
Hype@Tejo

Os britânicos Massive Attack proporcionaram um grande espectáculo num evento sem brilho que contou com pouco público. O hype, simplesmente, passou despercebido no cário dos festivais de verão...
O concerto do grupo britânico decorreu à imagem da sua edição em formato best of "Collected": um desfilar dos temas mais emblemáticos da banda e do próprio movimento trip-hop. O palco dividido com alguns vocalistas convidados como foi o caso de Elisabeth Frasier, Horace Andy e Deborah Miller fez com que estes deixassem um marco pessoal nas suas próprias carreiras e algo de especial à actuação da banda através das suas vozes inconfundíveis. Temas como "Safe From Harm", "Angel" ou "Teardrop" lucraram com as suas prestações vocais de forma inequívca.
Em termos visuais o espectáculo foi complementado por um potente jogo de luzes. Um ecrã gigante formado por dezenas de pequenas lâmpadas multicolores, em perfeito sincronismo com a música, criou um efeito surpreendente.

Antecederam o concerto de Massive Attack actuações de Kudu, obtendo um sinal positvo, com o excelente baterista e a improdente voz a marcarem a diferença nas estruturas ritmicas electónicas debitadas pelo teclista.
Destaque ainda para Hot Chip que apresentaram em Lisboa o seu pop electrónico sem regras, dando um bom espectáculo com uma postura em palco algo semelhante à dos Kraftwerk.
Outras actuações, caso dos Atmosphere, Télépathique e Buraka Som Sistema passaram um pouco mais despercebidas já para não falar nos DJ's Marlboro e Diplo que fruto da fraca afluência de público acabaram por passar o seu som num espaço com pouca assistência.

20 junho, 2006

FESTIVAIS DE VERÃO




MUSICA: valeu a pena ir
Algarve Summer Festival-2ªedição-17/18/06/2006
Depois de uma viagem um pouco maçadora ou não fossem 7 horas de viagem do Porto a Faro, diria que faria muitas mais horas para ver novamente tão grandes estrelas!!
O final de tarde começara no estádio do Algarve com a banda portuguesa Souls of Fire, que não pude assistir visto só ter chegado ao recinto já ía o concerto de Rui Veloso a meio. Por isso não posso avaliar tal prestação...quanto ao nosso Chico Fininho, cantou e encantou as milhares de familias que se deslocaram ao coração do extremo do nosso país. Não há estrelas no céu, Lado lunar e Chico Fininho fizeram as delicias de tudo e de todos. Sempre muito bem disposto e simpático, Rui abriu caminho para uma menina muito picante, Melanie C! Entrou em palco envergando uma camisa da selecção e onde fez questão de mostrar com orgulho o seu nome Mel C como que tatuado nas costas da t-shirt. Tatuada está a presença desta menina em Portugal que fez um bom espetáculo e que até fez questão de mostrar ao nosso publico que já aprendeu algumas coisas inclusive a nossa lingua. Sempre com um sorriso nos lábios e com uma energia em palco incomparável despediu-se com o single First day of my life já bem conhecido pelos tugas. Após uma hora e meia de energia contagiante, abre-se o palco para o cabeça de cartaz...o menino bonito britânico que trouxe até nós Back to Bedlam. James Blunt mostrou-se bastante acessível e simpático (e claro que também referiu a selecção, decididamente tudo gira em torno da bola!!! lol). O publico entoou em coro êxitos tais como High, Wisemen ou Goodbye my lover mas o extâse total chegou na recta final do 1º dia do festival com You're beautiful...com a luz efémera dos isqueiros acesos ao som de tal balada, James assim se foi mas não sem antes registar aquele momento (tal como faz sempre em todos os grandes concertos que dá) numa máquina fotográfica. Adorei o concerto, a sua simplicidade e grandiosidade vocal e musical conquistou Portugal representado pelas milhares de pessoas que assistiram a tão romântico concerto. Depois de dada por fim a minha missão de assistir a mais um dia de um festival proporcionado pelo Musicard (bela compra!!!) lá vim eu de partida para a Invicta com muita pena minha sem poder assistir ao 2º e derradeiro dia do festival onde os Black Eyed Peas fizeram o seu Monkey business com um Elephunk muito alegre e dançável certamente.

CONCERTOS




CONCERTOS: valeu a pena ver e ouvir
Ill Niño----Hard-Club, Vila Nova de Gaia, 16/06/2006
Bem confesso que fiquei muito surpreendida pelo belissímo concerto a que assisti... ao princípio até estava reticente em gastar 20 euros no bilhete mas também pensei -" quantas mais oportunidades vou ter de ver uma banda de latin metal como esta?" e então foi aí que decidi pôr pés a caminho e entrar na FNAC mais próxima. Com o ingresso na mão lá entrei com o meu amigo de sempre no Hard-Club, local que me traz tão boas recordações!!! O concerto começou ás 22h em ponto e lá entraram em palco a banda portuense MOSH que realmente deu muito mosh lol. Não desgostei mas o que realmente ansiava era de ver Cristian Machado e a sua tropa darem o seu show. E eis que chega o momento (estava bastante curiosa em apreciar tal furacão), de entrarem em cena! Abriram com War e foram sempre revitalizando o publico com grandes malhas, algumas delas integrantes de bandas sonoras de filmes. Confesso que a que mais me animou foi a How can i live do filme Freddy vs Jason...foi o descalabro total, no bom sentido claro! O mosh foi constante e a interacção da banda com os fãs foi ainda maior. A certa altura o percussionista Danny Couto saltou para o publico e começou também a moshar. Adorei tudo neles, a prestação em palco, a voz do vocalista, sempre muito simpáticos e a apoiarem a selecção nacional (ou não fosse tudo ultimamente girar em torno do futebol). Adorei sei que para uma próxima vez que vierem ao continente não hei-de perder jamais de ver uma banda tão rica em fulgor e entusiasmo.

CINEMA

CINEMA: vale a pena ver
The Omen - O Génio do mal





The Omen é um remake do filme de Richard Donner de 1976. Confesso que talvez tenha criado demasiadas expectativas á volta desta película, o facto, é que esperava mais. Não se trata de um mau filme mas deixa muito a desejar principalmente quando em mais de 5 vezes durante o filme, se vê o microfone por cima da cabeça dos actores. Hoje em dia não se admite um erro desses. Mas enfim voltando ao filme em si, é mais um em volta do numero da besta, o famoso 666. O filho de um embaixador americano que é trocado na maternidade pelo seu verdadeiro filho revela ser o anticristo. A trama gira em volta de crenças católicas e o seu desfecho é bastante previsivel. O ponto curioso deste filme foi ter estreado no dia 6 do 6 de 2006, porque será? Lol.

19 junho, 2006

FESTIVAIS DE VERÃO





MUSICA: vale a pena ir
12º Super Bock Super Rock-2º acto
Para os festivaleiros adeptos do super bock, o 2º acto deixou muito a desejar, principalmente a forma como foi encerrado.
O dia 7 previa-se bastante agitado com a subida ao palco do cabeça de cartaz, Alex Kapranos. Começou com a surpreendente actuação dos The Editors que iluminaram o seu back room com uma euforia em palco bastante visivel e rockeira. Depois da fraca e pouco mexida actuação dos belgas dEUS. Seguiram-se os grandes The Cult que cultivaram o seu culto entre os fãs mais ávidos do regresso da banda a Portugal. Num mar de ferro entraram em palco os Keane que apresentaram-nos o seu ultimo registo "Under the iron sea". A sensação que tive foi de estar a ouvir algo que já tinha ouvido antes, provavelmente pela razão das musicas novas entrarem muito no ouvido e de facilmente as trautearmos pela 1ª vez que as ouvimos. Apesar de terem dado um bom concerto, parece-me que é uma banda mais virada para salas como a aula magna ou coilseus, mesmo porque a sua acústica sugere algo mais intimista. A última grande actuação da noite foi do colectivo Franz Ferdinand que com a sua entusiasta rebelia em palco deixaram mais fãs portugueses desejosos de uma nova vinda. As suas musicas Take me out, This fire e The fallen, entre outras, convidaram á dança.
O balanço deste dia: The Editors- Surpreendente; Franz Ferdinand- brutal e lindoooooo!!!
O derradeiro dia era o que menos se enquadrava na linha rockeira, sendo quase exclusivamente dedicado ao Hip-Hop. Foi o dia com menos afluência de público, sendo a prestação de 50 Cent a que reuniu mais espectadores. A banda Kalibrados abriu o dia com um som bastante audível e agradável. Boss AC também agradou embora tenha sido mais uma réplica dos outros tantos concertos que tem dado pelo país fora. Pharrel Williams arrasou com Can i have it like that tendo como coro um publico bastante atento ao sex symbol dos N.E.R.D. que ainda nos brindou com o famoso She wants to move numa actuação recheada de sensualismo e erotismo. Eis que surge o ponto alto da noite, 50 Cent, após um video de abertura onde vimos excertos do seu filme "Get rich or dye tryin to" e da sua história de cinderelo que cresceu em Queens e foi baleado 9 vezes. Entre o brilho dos diamantes e o som dos tiroteios que se ouviram entre as musicas, cantou temas bem conhecidos do publico português tais como Candy Shop e In da club. Após uma actuação repetitiva eis que surge no palco secundário os Mind da Gap para apresentarem a sua edição ilimitada com uma potente actuação. E para encerrar o festival este ano, Patrice aparece-nos cheio de boas vibes para uma alegre prestação em palco.
Resumindo e concluindo, esta edição XL, soube a pouco mais no acto 1 qiue no acto 2 que deixou muito a desejar pelo fraco encerramento!!! Mas uma coisa nos alegra: é saber que para o ano há mais e haverão mais Musicard para o pessoal comprar e passar o verão com boa musica ;).

05 junho, 2006

FESTIVAIS DE VERÃO




MUSICA: vale a pena ir
12º Super Bock Super Rock - 1º Acto
Pois é, pois é...grande festival!!! Este ano o Super Bock é XL não só pela grande quantidade de bandas mas também pela grande qualidade musical. Pude assistir a grandes concertos, mas o que me ficou na "caixa" foi o dos Within Temptation!!! Já sabia o que esperar, mesmo porque já os tinha visto o ano passado em Vilar de Mouros, de modo que a ansiedade era muita! Eis que chega o momento esperado da noite do dia 25, mesmo depois de altas actuações dos Soulfly e dos tugas Moonspell ( que apresentaram um "memorial" bem receheado de exotismo), Sharon entra no palco com um sorriso sempre amigável para com o publico português. Mostrou a sua voz e en(cantou) sem uma ponta de desafinação. Cingiu-se mais ao registo do "Mother Earth" do que o "The Silent Force", o que agradou aos fãs mais "jurássicos" da banda. Depois de um palco recheado de adornos celtas e góticos e do palco secundário se ter acendido com uma Bizarra Locomotiva, eis que surge no "campo" a ceifa de Davis...os Korn! Revelou ser a desilusão da noite com uma prestação pouco interactiva com o público, que se acendeu apenas com êxitos como A.D.I.D.A.S. ou Twisted Transistor.
No dia seguinte assistimos a uns Alice in Chains ressuscitados com novo vocalista com um registo bastante similar ao do falecido fundador da banda. Os Deftones pouco entusiasmaram os festivaleiros. Os pontos altos da noite deveram-se aos britânicos Placebo e aos norte-americanos Tool. Os donos de Meds revitalizaram uma plateia um pouco morta e que acordou por completo com a fabulosa actuação visual dos Tool. Recorrendo ás ultimas tecnologias, conseguiram fazer história no Super Bock, tendo como opinião geral que fora o grande concerto do ano. Em "quase" tudo agradou a prestação desta banda, digo quase porque cingiram-se a mostrar nos grandes ecrãs laterais video-clips da banda em vez de intercalarem com imagens da actuação o que para o publico mais traseiro seria uma mais valia. Mas conseguiram conquistar tudo e todos com o seu espetáculo bizarro e mórbido.

04 junho, 2006

CD'S


CD'S: vale a pena ouvir
Reamonn: Wish
E eis que chega o culminar deste blog, tan tan tan tan...e ouvem-se os tambores lá no fundo!! A minha banda preferida de todos os tempos (desde 2003 lol) os Reamonn...aparecem-nos este ano sobre a forma de "desejo" com grandes malhas como "Promise", onde nos transporta para uma bela história de amor ou "Straship" onde a palavra de ordem é embarcar numa montanha russa a 500 km/h. Ouçam "Wish" e deliciem-se com a voz inconfundivel de Rea Gravey.

FILMES






FILMES: vale a pena ver
Resident Evil e Resident Evil: Apocalipse
Não podia deixar de referir aqui na secção dos filmes o meu mais que tudo, talvez por ser baseado num grande jogo que se estreou na plastation e também nas minhas mãos de jogadora inata. Devo confessar que a actriz principal, Mila Jovovich não me convenceu no Resi 1 mas superou-se na sequela. Trata-se de um thriller recheado de acção com zombies onde o sangue impera a todo o momento. Uma batalha entre o bem e o mal, do humano contra o computador, dos vivos contra os Mortos-Vivos. Algo de terrível habita o Hive, uma enorme instalação de pesquisa genética subterrânea, gerida pela Umbrella Corporation, um conglomerado sem rosto da bio-genética. Um vírus mortal fica à solta e a Rainha Vermelha, o super computador que controla o Hive, sela todas as instalações para mais facilmente deter a fuga, matando todos os trabalhadores que ali ficam presos. Alice e Rain chefiam o grupo de comandos que vai tentar isolar o vírus, descobrindo que, afinal, os operários não estão bem... mortos. Uma dentada só destes Mortos-Vivos causa uma infecção e, pior, a transformação dos humanos na sua espécie.

LIVROS


LIVROS: vale a pena ler
No dia em que fugimos tu não estavas em casa
Ao contrário do que se possa pensar, Fernando Alvim guia-se também pela sensatez e seriedade nesta grande obra literária em que fala sobre o Amor na sua essência mais divertida e simples. Leiam e vão ver que não se vão arrepender. Ideal para se oferecer a alguém especial.

LIVROS


LIVROS: vale a pena ler
A Lua de Joana
Este livro marcou-me
imenso, talvez pela idade que tinha na altura que o li. Conta a história de uma Joana que entra no mundo da droga e que, infelizmente, sucumbe nas suas mãos. É a história de Joana, podia ser da Ana, da Maria, do João ou do Pedro, de tantos adolescentes que entram no mundo psicadélico dos estupefacientes.